terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Enferma, porém cintilante

E perante a minha enfermidade, que isto já vai para dois dias que estou enjoada como um peru, e tendo em conta que tinha muitas coisas acumuladas para fazer e não podia mesmo ficar em casa, a minha ajudante de roupa a lar, muito solícita, achou por bem escolher-me a roupa para ir trabalhar. Foi ao meu guarda-fatos e determinou: veste esta camisa - mas, mas essa gola é um bocado brilhante para ir trabalhar... - não, é muito gira!, e veste estas calças que lhe ficam muito bem e este casaco para estar quentinha. 

E pronto, eu, que sou muito bem mandada, obedeci. 


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Já sei que andam todas muito atarefadas nas compras de Natal e assim

Mas alguém devia tirar um minutinho do seu precioso tempo para vir aqui num instante impedir-me de comprar estes sapatos. Rápido, pessoas, é uma emergência, já só me falta carregar no complete purchase...


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A Grande Obra resiste em chegar ao fim

O que um dia, algures num futuro longínquo, será o meu quarto...


O que um dia, numa galáxia para além do sistema solar, será o quarto do meu filho


O primeiro toalheiro a ver a luz do sol


Os estores de rolinho, que não se vêem mas estão finalmente colocados


atelier com lavatório encoberto


Os espelhos das casas de banho que finalmente chegaram. Yeah!


E o lá fora, que se começa a compor



túnel de acesso à garagem


Garagem com escritório incluído

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Foram precisos anos para perceber a mecânica da coisa

As camisolas interiores eram muito más, mas nada que se comparasse aos collants, os collants quando ficavam torcidos nas pernas eram um enigma impossível de solucionar, uma verdadeira bruxaria, era um dia inteiro a tentar perceber o que se passava com aquilo, a tentar rodá-los nas pernas e nada, rodava para um lado e era mau, rodava para o outro e conseguia ser pior, os collants ali estavam de pedra e cal a formar um torniquete, claro que nos dias em que havia ginástica e era preciso vestir e despir, as probabilidades dos collants se virarem contra mim cresciam exponencialmente, eram dias em que eles estavam particularmente mariolas e dados a provocar o suplício. Vestir uns collants era uma espécie de roleta com cinquenta por cento de hipóteses para cada lado, podia sair encarnado ou preto, podia correr bem ou mal, nunca se sabia. 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A Grande Obra - os outros apartamentos

E hoje, quando cheguei, fui informada que não podia subir lá acima, ao meu apartamento, que os degraus metálicos da escada do prédio estavam a ser colocados e que a única forma de chegar lá acima era através de escadas de encostar, que o senhor - sendo que o senhor é o meu consorte - talvez conseguisse, mas a senhora não consegue de certeza. E foi aí que eu tive de dar um gritinho histérico-indignado! O quêêêeeeeeeeeeee?! como assim, Senhor Pedro?! Se eu não consigo, o senhor é que não consegue de certeza! Depois de meses a acompanhá-lo aqui no meio da lama, do betão, à chuva, ao sol, a escalar andaimes, a descer ribanceiras, o senhor sai-se com uma dessas?! E então o senhor Pedro corou até à raiz dos cabelos, que realmente era verdade, que não sabia o que lhe tinha passado pela cabeça para dizer uma coisa daquelas, que devia ser a força do hábito, e pronto, lá ficámos amigos outra vez. 

Resumindo: hoje só tenho fotografias dos apartamentos de baixo, que estão a ficar tão giros, mas tão giros, que já não sei se não fico antes com um destes! 

Estas escadas estão uma verdadeira obra de arte da carpintaria!




A cozinha a comunicar com a sala de jantar, para os adeptos dos grandes cozinhados em grupo.


E  os painéis-paredes deslizantes, que dão para mudar a configuração das casas, e que estão... como hei-de dizer... top? :D


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Eu também estou rendida ao tal plano de saúde para filhos!

Isto? Acham muito?! Ora, eles são capazes disto e muito mais!


É que já se sabe, quem tem filhos tem cadilhos!, mas desde que aderi a este seguro que me sinto muito mais tranquila enquanto eles estão lá entretidos com as suas brincadeiras! 

Não percam tempo, façam como eu! 


E o making-of (porque adoooooooooro ver isto a acontecer! :D)







terça-feira, 14 de novembro de 2017

Eu sabia! Sou indubitavelmente uma influencer!

Fica aqui mais do que provada toda a minha capacidade de lançar as tendências do street style a nível internacional! 


E reparem que, depois de seguir os meus preciosos conselhos, a simpática rapariga foi de imediato convidada para o Parlamento Europeu! Como deputada! 

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Palmier responde... ou faz por isso #25865

Porque me têm perguntado imenso que tipo de brincos se devem usar quando se visitam as instituições europeias, resolvi fazer este post para vos ajudar, que isto, nestas coisas, já se sabe, há um protocolo muito rigoroso no que respeita a acessórios e temos de estar preparadas para o seguir à risca. Para já, para já, fiquem sabendo que os brincos são ab-so-lu-ta-men-te fun-da-men-tais. Ninguém entra ali sem um bom par de brincos, Houve já quem tentasse tal proeza e se apresentasse sem pingentes, mas, meus, amigos, nem imaginam o sarilho, os alarmes dispararam, a polícia cercou o recinto, vieram os bombeiros, aviões, helicópteros, olhem foi o cabo dos trabalhos, é o que vos digo.

Assim, e para começar, estes são os brincos must-have da União Europeia:




Mas, se não os encontrarem, se se tiverem esquecido deles, por favor, mantenham a calma, recorram à vossa imaginação, inovem, improvisem, mas nunca por nunca se deixem atrapalhar! Usem as garrafinhas do mini-bar


Pendurem o "do not disturb" de um lado e o "please clean the room" do outro


saquem dos embrrasses dos rideau 


agora, não caiam é no erro de irem à maluca, de orelhas desnudas! Isso é que nunca! 


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Tortura

Estar numa reunião sentada ao lado de um grande apreciador do perfume farenheit. 

É que uma pessoa nem consegue pensar.


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Vocês que sabem coisas, digam-me:

Uma cidadã que é apanhada duas vezes num espaço de um ano e meio a setenta e poucos quilómetros hora naquelas vias dentro da cidade que apelam a altas velocidades, as tais que têm radares em vez de lombas/semáforos ou outra coisa qualquer que faça os carros andar mais devagar, aquelas vias onde quem vai a cumprir o limite de velocidade é alvo de apitadelas e de olhares raivosos dos restantes condutores, uma cidadã que por acaso até é bastante cuidadosa e que nalguns cem anos de carta de condução (tirando uma ou outra multa de estacionamento) nunca praticou qualquer infracção grave, corre o risco de ficar sem carta de condução?